Roubos no Cazenga atingem Instituições do Estado: Marco Histórico do Cazenga sob constantes assaltos

No município do Cazenga, os roubos tornaram-se uma realidade diária, afetando inclusive o Marco Histórico do Cazenga, que é alvo de vandalismo constante. Os moradores, como António Pereira da Silva, por exemplo, que é residente no Tala Hady, conhecido também como Tala Alice, relatam que os assaltos são frequentes, abrangendo desde furtos de telemóveis, carteiras de bolsos e botijas, até assaltos à mão armada, inclusive roubos de motorizadas.

O Marco Histórico do Cazenga, um símbolo monumental daquela circunscrição, não tem escapado à acção dos amigos do alheio, sendo vandalizado quase todos os dias.

As autoridades da província de Luanda já tomaram conhecimento da situação, após relato dos moradores, segundo o qual, o local se transformou num ponto perigoso, onde os assaltos são recorrentes: “Eu levei um susto! O rapaz saiu de dentro do Marco Histórico. Nem tive tempo de perceber, só vi uma faca grande à minha frente, e ele levou o meu telemóvel,” contou uma cidadã residente no município do Cazenga.

Outro morador, Domingos Calatre, relata que foi vítima de assalto enquanto estacionava o carro no parque do Marco Histórico: “Eu estava a encostar a viatura aqui dentro do Marco Histórico. Fui assaltado por quatro marginais, por volta das 5 horas da tarde,” disse a vítima à Rádio Pública.

A administradora municipal, Nádia Neto, e a sua equipa verificaram de perto o estado de vandalização do Marco Histórico do Cazenga durante uma visita realizada nesta terça-feira.

Segundo a governante, já estão a trabalhar em conjunto com o Comando Municipal para reforçar o patrulhamento e melhorar a iluminação pública no local. “A polícia está a trabalhar. Este caso está muito bem entregue ao Comando Municipal, e vamos continuar a acompanhar de perto para garantir o reforço da segurança no município de Cazenga,” afirmou Neto em entrevista a RNA.

O Decreto

O Decreto é um portal de notícias de Angola sobre actualidade, direitos humanos, corrupção, opinião e liberdade.

CONTACTOS

© 2020-2025 O Decreto | Todos os direitos reservados