O Comandante-geral da Polícia Nacional de Angola, Francisco Monteiro Ribas da Silva, mais conhecido por “Francisco Ribas”, está a ser alvo de críticas por alegadas dificuldades em travar violações ao Regime Disciplinar do Agente da Polícia Nacional.
Peritos de segurança ouvidos ouvidos pelo O Decreto apontam falhas na aplicação da Lei n.º 10/25, aprovada a 02 de Outubro de 2025, que estabelece normas de conduta para os efectivos.
“O que atribui ao Comandante Ribas elementos pouco frágeis para um período eleitoral que exige bastante rigor”, conta o especialista.
Segundo as mesmas fontes, agentes da corporação continuam a agir com impunidade, “fazendo e desfazendo”, sem responsabilização visível.
A actuação do comando da Polícia Nacional contrasta com a do Serviço de Investigação Criminal (SIC), liderado por Luciano Tânio Jorge Custódio Mateus da Silva.
Dados disponíveis indicam que mais de 60 efectivos do SIC já foram expulsos por conduta indecorosa, numa acção considerada mais rigorosa no controlo interno.
Entre as situações apontadas como grave contra Ribas, está a participação de agentes em jogos de sorte e azar, prática incompatível com as normas disciplinares.
Outro caso citado envolve a Comandante Municipal do Rangel, em Luanda, a superintendente-chefe Clélia Marisa Canda Quissanga. A oficial é acusada de violar de forma recorrente, como se nas imagens, o artigo 7.º, alínea h, da referida lei, que proíbe a exposição e divulgação de imagens nas redes sociais quando os agentes se encontram trajados com o uniforme da corporação.

Contactamos sem sucesso, o comandante-geral da Polícia Nacional de Angola, Francisco Monteiro Ribas da Silva. Quem também não atendeu a nossa solicitação foi a superintendente-chefe Clélia Marisa Canda Quissanga.
Coque Mukuta
O Decreto
